
Em uma indústria conhecida por suas narrativas cativantes, o mundo dos animes também é palco de escândalos que moldaram sua trajetória. Neste artigo, vamos mergulhar nas 10 maiores polêmicas que marcaram a indústria do anime, revelando histórias surpreendentes que vão além das telas coloridas.
De “deus do mangá” a produtor controverso, a vida de Nishizaki foi repleta de altos e baixos, culminando em sua morte misteriosa em 2010. Além das suas contribuições para o mundo do anime, Nishizaki ficou famoso por sua conturbada relação com a lei, envolvendo falência, contrabando de armas e prisão.
A série OVA JoJo’s Bizarre Adventure enfrentou críticas por sua representação infeliz de textos religiosos, levando à suspensão da série. O sexto episódio, “The Mist of Vengeance,” gerou controvérsia ao retratar o antagonista Dio Brando lendo trechos do Alcorão enquanto fazia juramentos de vingança.
A conclusão única de Neon Genesis Evangelion gerou ameaças de morte ao criador Hideaki Anno, refletindo suas lutas pessoais. A série, conhecida por sua abordagem psicológica, dividiu fãs com sua direção surreal, resultando em uma reação negativa que Anno enfrentou com coragem.
A MAPPA, estúdio de Jujutsu Kaisen, enfrentou alegações de exploração e más condições de trabalho, provocando indignação entre animadores. As acusações incluíram baixos salários e prazos apertados, com destaque para o caso de Hokuto Sadamoto, que revelou ter que completar 250 cortes de animação em duas semanas.
Em 1997, episódio de Pokémon causou convulsões em 600 crianças, alterando a indústria e destacando a segurança nas produções. O episódio, conhecido como “Pokémon Shock,” levou à retirada da rotação e à introdução de avisos de epilepsia em programas japoneses.
A segunda temporada gerou controvérsias devido à representação sexualizada de personagens femininas, levantando questões éticas. A introdução da personagem Iruru provocou críticas pela sua aparência infantilizada e atributos físicos desproporcionais.
A saída do diretor Tatsuki e a falta de pagamento causaram revolta, impactando até mesmo o preço das ações da Kadokawa. A falta de pagamento a Tatsuki pelos scripts contribuiu para uma significativa revolta entre os fãs e afetou a reputação do estúdio.
Watsuki, criador de Rurouni Kenshin, enfrentou críticas após acusações de posse de pornografia infantil, levando a debates sobre apoio contínuo. O retorno de Watsuki à série em 2023 trouxe à tona novamente a discussão sobre a responsabilidade moral da indústria.
O dublador Takahiro Sakurai encerrou sua carreira devido a escândalos pessoais, levantando questões sobre o papel da indústria. As alegações de infidelidade e a subsequente renúncia de Sakurai destacaram a interseção entre a vida pessoal dos artistas e sua imagem pública.
O designer de personagens Sou Miyata foi demitido após descobertas de plágio, destacando a importância da originalidade na indústria. A semelhança notável entre os personagens de Muv-Luv e outros personagens do cenário de bishoujo gerou indignação entre os fãs e levou à demissão de Miyata.
Estas revelações chocantes oferecem uma visão única do mundo do anime, mostrando que, além das histórias fantásticas, a indústria enfrenta desafios reais que moldam seu futuro.
Enquanto os animes continuam a encantar audiências globalmente, estas polêmicas evidenciam a necessidade de uma indústria mais ética e transparente. O futuro do anime será moldado não apenas por suas narrativas, mas também por como enfrenta e aprende com suas próprias controvérsias.
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